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Oncologia do HEB inaugura sino da superação

[30/05/2023, Elaine de Souza e Janice Sato | ACI Famesp]


Na manhã de terça-feira, 30 de maio, o Centro Ambulatorial de Oncologia do Hospital Estadual de Bauru ganhou um importante símbolo para marcar o final de um ciclo de tratamento: o sino. Sonhado por funcionários do setor há um bom tempo, o objeto foi doado ao Hospital por Luciana Peleja Carvalho, que acaba de concluir o seu tratamento quimioterápico. "'Quero bater o sino' este foi meu pedido para a equipe que cuidou de mim. Por isso, fiz questão de doar um sino para o Estadual para que outros pacientes possam fazer o mesmo, possam comemorar o final do tratamento", comentou Luciana. 

A ideia do sino é justamente celebrar o fim de um ciclo e, ao som do badalo, compartilhar com os demais pacientes a esperança de uma etapa vencida. Considerando a complexidade desse tipo de tratamento, é certo que cada etapa concluída deve ser celebrada. Sem contar que o final do tratamento de um paciente renova a esperança de outro paciente. O sino da superação deve ser badalado três vezes por quem conclui o tratamento de quimioterapia.

A Oncologia do Hospital Estadual de Bauru atende, em média, 1.300 pacientes por mês, entre adultos e crianças. São cerca de 1.700 sessões de quimioterapia, mensalmente. O evento desta terça, 30, contou com as presenças de toda equipe da Quimioterapia e da Oncologia, da diretoria do hospital e dos voluntários do Projeto Ágape (Vineyard de Bauru), que preparam um café da manhã especial todas as terças-feiras para os acompanhantes dos pacientes desta área.

Compasso da Vida

Esse é o nome do coral da Maternidade Santa Isabel de Bauru que emocionou pacientes, acompanhantes e demais participantes da cerimônia. O coral é formado por trabalhadores da Maternidade, que prepararam um repertório exclusivo para o evento: Adenildo O. Almeida, Ana Flávia T. de Souza, Cleusa R. Leite, Elisiane F. Porem, Fabíola E. Q. C. Julio, Gabriela P. H. Arjona, Jessica P.  S. Castilho, Lais P. S. Facin, Maria A. S. Arcangelo e Mariana B. de Jesus. 

História
A Cerimônia do Sino teve origem nos Estado Unidos (EUA), em um centro de referência em tratamento oncológico. Lá, em 1996, um almirante da Marinha dos EUA, Irve Le Moyne, paciente com câncer na região de cabeça e pescoço, doou um sino para o setor de radioterapia para comemorar o final do tratamento radioterápico.

Muitos centros oncológicos ao redor do mundo se espelham nessa atitude de tocar o sino três vezes para irradiar a mensagem de esperança. O almirante tinha uma mensagem: "Aguente firme! Dia após dia, de conquista em conquista, estaremos juntos até a vitória final"
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