Entre diferenças e pertencimento: HEB adere ao Dia das Meias Trocadas
[Cadastrada em: 25/03/2026, Assessoria de Comunicação Institucional Famesp | Bauru].jpg)
O que um par de meias trocadas pode dizer sobre inclusão?
No Hospital Estadual de Bauru (HEB), a resposta ganhou forma quando colaboradores do setor de Recursos Humanos aderiram ao movimento das “meias trocadas”, em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março.
À primeira vista, a proposta é simples: usar meias diferentes. Mas o gesto carrega um significado maior: o de reconhecer, respeitar e valorizar as diferenças como parte legítima da convivência humana. Ao tornar visível aquilo que nos distingue, a ação convida à reflexão sobre pertencimento e equidade.
A iniciativa dialoga diretamente com as diretrizes da Famesp, que vêm sendo fortalecidas por meio de estratégias institucionais voltadas à inclusão e à acessibilidade. Entre elas, destacam-se programas de capacitação contínua das equipes e a qualificação dos processos de recrutamento e seleção, com foco na promoção de práticas mais inclusivas e alinhadas à diversidade.
Nesse cenário, a construção de ambientes plurais se dá de forma progressiva e estruturada, refletindo o compromisso da Fundação com a responsabilidade social e com a valorização das pessoas em suas diferentes singularidades. A presença de profissionais com perfis diversos integra essa realidade de forma natural, contribuindo para um ambiente mais representativo e acolhedor.

De onde vem o símbolo das meias trocadas?
A campanha está associada às mobilizações globais pelo Dia Internacional da Síndrome de Down. O símbolo faz referência ao formato dos cromossomos, que lembram meias, e à trissomia do cromossomo 21, característica genética da síndrome. Ao propor o uso de meias diferentes, o movimento traduz, de maneira acessível e visual, a mensagem de que as diferenças devem ser reconhecidas e respeitadas.
Informação que promove inclusão
A Síndrome de Down é uma condição genética caracterizada pela presença de um cromossomo extra no par 21. Essa alteração pode influenciar características físicas e aspectos do desenvolvimento, mas não define as potencialidades da pessoa.
Com acesso a estímulos adequados, educação inclusiva e acompanhamento multiprofissional, pessoas com Síndrome de Down podem desenvolver autonomia, participar ativamente da sociedade e exercer diferentes papéis sociais e profissionais. A promoção de ambientes inclusivos e livres de preconceito é fundamental para garantir esses direitos.
